artigo fixo · quem sou eu
Quem sou eu
Não há nada mais complexo do que escrever sobre si mesmo.
Eu poderia começar dizendo que eu sou Engenheiro de Software há 12 anos, já trabalhei em diversos setores, desde startups, até empresas globais, adoro um bom problema de escalabilidade pra resolver, gosto de soluções eficientes e robustas e que sou apaixonado por tudo que envolve computação (De micro controladores (low level) à Machine Learning).
Mas começar assim é ruim, isso é com o que eu trabalho, quem eu sou, vai um pouco além disso.

Eu sou casado com uma mulher incrível, tenho 3 pets, não sou músico, mas tenho Piano e Guitarra (me defino com um apreciador), gosto de ler livros técnicos e de literatura, dos técnicos eu gosto de livros que falam sobre algoritmos e System Design, aqueles como: Building Microservices e Grokking Algorithms e de literatura eu gosto de alguns clássicos, mas se for escolher um que me envolvi por meses e recomendo muito é: Crime e Castigo do Dostoiévski.
Minha esposa se chama Shirlei, nos casamos em 2020, ela é psicóloga e nos damos muito bem, nossos pets são:
- Vicent Van Dog / Vicente / Vicentinho: Um Lulu da Pomerânia marrom que adora passear às 17 horas e ronca bastante.
- Michelangelo / Mi: Um gato de 10 anos grande e ligeiramente gordo, que adora ficar no pé.
- Meredith / Merry: Uma gata com hábitos alimentares bem específicos, adora atum e só pode comer ração hipoalergênica, ela pode nos odiar por dias, ou pode ser a gata mais carinhosa do mundo, nunca se sabe.

Já pratiquei corrida, boxe, natação e já fui Platina no League of Legends (Mono jg de Fiddle).
Amo teatro (Como espectador), adoro ver as pessoas atuando, se transformando em um personagem e toda a imersão que isso passa.
Já visitei a França: Em Paris conheci a Torre Eiffel, Museu do Louvre, Museu de Orsay, Ópera Garnier, Notre-Dame, Sainte-Chapelle, em Versailles conheci o palácio e passei o dia caminhando naqueles jardins que não acaba nunca.



Conheci também a Itália: Em Roma: O Coliseu, Foro Romano, o Pantheon, La Fontana di Trevi, os Museus do Vaticano, A Basílica de São Pedro, A Basílica de Santa Maria Maior (Eu não sou católico, mas amo a ciência da religião e devoção).

Em Florença tive a oportunidade de visitar a obra que tinha tatuado no braço anos antes: O David de Michelangelo, foi muito legal ver pessoalmente, eu gosto da forma como essa obra retrata o David não como um vitorioso, mas como alguém que está se preparando pra enfrentar algo muito maior que si mesmo.

Fui para Milão durante os jogos de inverno, passei cerca de um dia e meio lá, mas tive a oportunidade de conhecer os principais pontos e ver a cidade toda decorada pros jogos, o tempo foi curto porque no outro dia eu visitaria St. Moritz na Suíça e veria neve pela primeira vez na vida.

Eu não sou de família rica, cresci em um distrito do interior de São Paulo chamado: Botujuru, o interior do interior, estudei o ensino médio em uma escola técnica no período integral (Etec de Campo Limpo Paulista).
No Ensino médio, fui duas vezes finalista de uma competição promovida pela FIAP com a Google, participei de algumas feiras de tecnologia e cheguei até a dar uma entrevista pro Jornal da Globo.
Saí do ensino médio empregado, e construi toda a jornada que citei no começo do texto e você pode ver detalhadamente no meu Linkedin.
Eu cursei Ciências da computação, mas parei no ultimo semestre, e convenhamos sair no ultimo semestre é quase a mesma sensação de se formar.
Sou filho de um Gráfico que se formou em direito e fez pós em matemática e hoje é professor, de uma costureira que virou Técnica de enfermagem e hoje cuida de uma equipe em uma casa de idosos e casado com uma garota do mesmo distrito, que virou técnica de enfermagem e depois psicóloga.
A educação transformou a minha vida, a vida dos meus pais e da minha esposa, acredito que a educação alinhada à diversidade e inclusão, são caminhos para a construção de uma sociedade próspera, livre e justa.